A China cresceu 17,69% na venda de veículos com medidas do governo para aquecerem o setor. Mesmo com estímulo semelhantes aos chineses, o Brasil vendeu mais de 1 milhão no primeiro semestre, cerca de 4 vezes menos.
"Isso acontece porque a China cresce não apenas no setor automotivo, mas economicamente falando. A população de lá é cinco vezes maior que a nossa., justifica o presidente-diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil, Evaldo Costa.
Para ele, o segmento automotivo nacional está estimulado e não precisa de novas medidas, mas outros setores da economia merecem atenção.
Já quando o assunto são os Estados Unidos Evaldo Costa explica porque a crise chegou em cheio. "O mercado norte-americano está saturado, há 5 anos que a venda de automóveis é de 18 milhões. A crise o atingiu porque já estava saturado., afirma o diretor.
Atualmente, para o diretor do ICBR, o Brasil não sofre mais tanta influencia direta dos Estados Unidos porque está mais organizado economicamente. A previsão para o país é favorável já que o Brasil acompanha o crescimento de países desenvolvidos.



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