Sobre a concentração de marcas, o diretor-presidente do Instituto das Concessionárias do Brasil, Evaldo Costa, explica esse movimento do mercado " é cedo para dizer se a venda de algumas marcas por partes das grandes montadoras americanas é efeito único da crise ou o início de uma nova tendência mundial..
O diretor afirma que essas associações devem ser feitas com cautela porque a montadora precisa se adequar a certos princípios. "É difícil uma marca popular gerir uma marca de luxo. A relação se torna mais fácil quando uma marca de luxo compra a outra. A montadora mantém o seu padrão e é mais provável que haja sinergia., conclui Evaldo.
O presidente do Instituto das Concessionárias do Brasil explica que quanto maior a concorrência entre as marcas, melhor para o cliente. "Não é atrativo para o consumidor que uma montadora detenha diversas marcas.. Em relação á s concessionárias diz que as uniões não interferem diretamente nelas, já que se mantêm independentes.



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